Caminhar juntos

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

A paz, primeiro em nós


Celebramos, há pouco, a família de sangue, berço onde buscamos,  por direito, os valores que devemos cultivar. Mas a paz é um valor que ultrapassa as fronteiras de qualquer instituição para se espraiar, de maneira bastante aberta, nos sentimentos de todo indivíduo. Hoje é dia mundial da paz. Ninguém está dispensado de parar um pouco para pensar como pode ela acontecer entre nós.

Há um ditado antigo, sentido e vivido nas alas militares, que diz  -  si vis pacem para bellum   -   querendo nos mostrar que o seu acontecimento entre nós depende muito de cada um num convite a  estar sempre alerta e ligado aos fatos e ao mundo que nos envolvem. Verdade. Mas verdade também é que não se trata de olhar apenas o que está ao nosso redor. Depende  mais do nosso íntimo, do nosso aceitar o desafio,  da quebra de nosso egoísmo, de nosso orgulho.

É claro que se estabelecermos limites em nossos impulsos e pretensões, vivermos os sentimentos de respeito e amor ao semelhante e reconhecermos os direitos de cada um, seremos muito mais construtores da paz do que organizadores de esquemas de guerra. O voltar-se  de frente para as provocações desafiadoras e colocar-se em posição de confronto em situações que não levam à paz, mas à discórdia, à destruição e ao distanciamento entre indivíduos, grupos e nações é aceitar e conduzir à guerra por não exercer e controlar os próprios instintos baixos do desamor. Assim buscamos a guerra por não querermos a paz.

2 comentários:

  1. Precisamos primeiro ter paz
    dentro de nós pra depois
    sair receitando-a por aí.
    Sem isso nada feito. Não vamos
    encontrá-la em lugar algum.

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  2. Concordo com que o Renato disse, primeiro temos que ter paz dentro de nós, caso contrário nada adianta. "Paz e amor" para vivermos bem!

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