Não há como educar sem uma ação efetiva por parte daqueles que são responsáveis pela educação. Se é no trânsito, ali é que se devem aprimorar as regras do bem viver e do respeito ao transeunte. O que se ensina deve ser respeitado e praticado. Mas o que se vê não é o que acontece comumente entre nós seja no trânsito, no comércio, no tratamento com as pessoas ou qualquer outra atividade que nos coloca em contato com nosso semelhante. Está sempre a exigir de nós o respeito que se deve.
As prevenções em matéria de educação são bem recebidas pelos jovens, pois são abertos aos desejos de uma sociedade mais equilibrada e organizada na justiça e nas boas maneiras. São espontâneos na luta pela coisa social e desejosos de que a sociedade se organize nos princípios do bem viver. Deixam para os veteranos a quebra destes princípios e não aceitam a vida ser levada sem a seriedade que pede.
No entanto, de encontro a esta solicitude dos jovens, vem a irresponsabilidade daqueles que não fazem por merecer o respeito que a sociedade lhes devota. Deixam os carros sobre os passeios, em filas duplas, estacionados próximos das esquinas, ocupando os espaços em frente das garagens, provocando o transtorno e o caos na vida da cidade. Nem pensemos naqueles que dirigem embriagados como se fossem os reis da cocada. Não importa o cargo, a autoridade ou a nobreza da indumentária. Tudo é convencimento próprio, tudo é falta de civilidade. Sujeitos de uma educação elementar.