Não há como educar sem uma ação efetiva por parte daqueles que são responsáveis pela educação. Se é no trânsito, ali é que se devem aprimorar as regras do bem viver e do respeito ao transeunte. O que se ensina deve ser respeitado e praticado. Mas o que se vê não é o que acontece comumente entre nós seja no trânsito, no comércio, no tratamento com as pessoas ou qualquer outra atividade que nos coloca em contato com nosso semelhante. Está sempre a exigir de nós o respeito que se deve.
As prevenções em matéria de educação são bem recebidas pelos jovens, pois são abertos aos desejos de uma sociedade mais equilibrada e organizada na justiça e nas boas maneiras. São espontâneos na luta pela coisa social e desejosos de que a sociedade se organize nos princípios do bem viver. Deixam para os veteranos a quebra destes princípios e não aceitam a vida ser levada sem a seriedade que pede.
No entanto, de encontro a esta solicitude dos jovens, vem a irresponsabilidade daqueles que não fazem por merecer o respeito que a sociedade lhes devota. Deixam os carros sobre os passeios, em filas duplas, estacionados próximos das esquinas, ocupando os espaços em frente das garagens, provocando o transtorno e o caos na vida da cidade. Nem pensemos naqueles que dirigem embriagados como se fossem os reis da cocada. Não importa o cargo, a autoridade ou a nobreza da indumentária. Tudo é convencimento próprio, tudo é falta de civilidade. Sujeitos de uma educação elementar.
Nosso mundo está mesmo virado de cabeça para baixo. Os pais têm muito a desejar na educação que dão para os filhos. Mas os jovens não ficam muito atrás não em relação às infrações de trânsito. Podem não ser o rei da cocada, mas parecem donos da vida com seus carros que muitas vezes tiram da garagem sem os pais fiquem sabendo.
ResponderExcluirA história da falta de respeito já vem desde os meus tempos de criança. Lembro-me, quando não havia grande número de carros, ter visto carros em cima dos passeios e na frente de garage. Quando comecei a trabalhar, havia um companheiro que furava os quatro pneus de carro que estacionasse em frente de garage. Ele ficava irritadíssimo e o sangue sobia logo à cabeça... e aí, que o dono se arrumasse depois.
ResponderExcluirÉ preciso fazer campanhas de educação no trânsito como prevenção para se evitarem muitos acidentes que acontecem de graça. E penso também que esta escolinha de aprendizagem como proceder no trânsito viria em primeiro lugar para pessoas que se acham já bastante experientes. É preciso que elas desconfiem e não joguem a culpa por cima de outros., mas tomem consciência de que a culpa parte muitas vezes delas mesmas.
ResponderExcluirOs problemas vão e voltam sem que haja uma solução. Mas também parece que o cidadão não fica querendo e por isso não busca a solução. Assim fica difícil. Então não deveria ser levada em consideração a reclamação que não se sabe de onde. Será que o melhor é mesmo conviver com a dificuldade!
ResponderExcluirQuando a gente pensa ou ouve falar de trânsito, a pessoa fica até aloprada. Parece que ninguém quer ajudar. Ainda há pouco a imprudência de um motorista quase provoca acidente em pessoas que iam pelo passei. Tudo na ânsia de querer ultrapassar onde não podia e justamente na hora em que o movimento de carros era quase nuko.
ResponderExcluir