Caminhar juntos

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Educação é que falta...

Não há como educar sem uma ação efetiva por parte daqueles que são responsáveis pela educação. Se é no trânsito, ali é que se devem aprimorar as regras do bem viver e do respeito ao transeunte. O que se ensina deve ser respeitado e praticado. Mas o que se vê não é o que acontece comumente entre nós seja no trânsito, no comércio, no tratamento com as pessoas ou qualquer outra atividade que nos coloca em contato com nosso semelhante. Está sempre a exigir de nós o respeito que se deve.

As prevenções  em matéria de educação são bem recebidas pelos jovens, pois são abertos aos desejos de uma sociedade mais equilibrada e organizada na justiça e nas boas maneiras. São espontâneos na luta pela coisa social e desejosos de que a sociedade se organize nos princípios do bem viver. Deixam para os veteranos a quebra destes princípios e não aceitam a vida ser levada sem a seriedade que pede.

No entanto, de encontro a esta solicitude dos jovens, vem a irresponsabilidade daqueles que não fazem por merecer o respeito que a sociedade lhes devota. Deixam os carros sobre os passeios, em filas duplas, estacionados próximos das esquinas, ocupando os espaços em frente das garagens, provocando o transtorno e o caos na vida da cidade. Nem pensemos naqueles que dirigem embriagados como se fossem os reis da cocada. Não importa o cargo, a autoridade ou a nobreza da indumentária. Tudo é convencimento próprio, tudo é falta de civilidade. Sujeitos de uma educação elementar.

5 comentários:

  1. Nosso mundo está mesmo virado de cabeça para baixo. Os pais têm muito a desejar na educação que dão para os filhos. Mas os jovens não ficam muito atrás não em relação às infrações de trânsito. Podem não ser o rei da cocada, mas parecem donos da vida com seus carros que muitas vezes tiram da garagem sem os pais fiquem sabendo.

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  2. A história da falta de respeito já vem desde os meus tempos de criança. Lembro-me, quando não havia grande número de carros, ter visto carros em cima dos passeios e na frente de garage. Quando comecei a trabalhar, havia um companheiro que furava os quatro pneus de carro que estacionasse em frente de garage. Ele ficava irritadíssimo e o sangue sobia logo à cabeça... e aí, que o dono se arrumasse depois.

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  3. É preciso fazer campanhas de educação no trânsito como prevenção para se evitarem muitos acidentes que acontecem de graça. E penso também que esta escolinha de aprendizagem como proceder no trânsito viria em primeiro lugar para pessoas que se acham já bastante experientes. É preciso que elas desconfiem e não joguem a culpa por cima de outros., mas tomem consciência de que a culpa parte muitas vezes delas mesmas.

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  4. Os problemas vão e voltam sem que haja uma solução. Mas também parece que o cidadão não fica querendo e por isso não busca a solução. Assim fica difícil. Então não deveria ser levada em consideração a reclamação que não se sabe de onde. Será que o melhor é mesmo conviver com a dificuldade!

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  5. Quando a gente pensa ou ouve falar de trânsito, a pessoa fica até aloprada. Parece que ninguém quer ajudar. Ainda há pouco a imprudência de um motorista quase provoca acidente em pessoas que iam pelo passei. Tudo na ânsia de querer ultrapassar onde não podia e justamente na hora em que o movimento de carros era quase nuko.

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