Sou até bem concordado com as coisas. Quero crer que as sacolas de plásticos, não tanto por serem sacolas mas por serem plásticos, estão sendo proibidas em Belo Horizonte. E fala alto a idéia da CF-2011 sobre a qualidade de vida no planeta-terra. Não podemos poluir nem desmatar nossas florestas nem contaminar as águas de nossos rios. Um montão de coisas veio à tona, dando consciência ao homem moderno e responsabilizando-o ao exigir dele medidas de contenção para não desgraçar nosso planeta em função de futuras gerações.
Até aqui nota dez. Assim como me faz feliz a medida me traz também uma grande interrogação : é pra valer? Isso porque a medida de não poluição beneficia a todos, torna saudável o planeta e faz a terra ter entranhas fecundas de produção. Não somos nós apenas, clientes de sacolões e supermercados, a atender a um propósito de saneamento. É uma norma regional, e diria local, a fazer um bem de ordem universal. Então, já não são apenas sacolas, mas tampas de margarinas, potes de doces, garrafas de sucos e refrigerantes, bandejas de isopor com legumes recobertas de plásticos, tampas, recipientes, invólucros, sacos e saquinhos para os produtos alimentícios, detergentes e não precisamos alongar a lista, todo mundo conhece de sobra.
Muitas mercadorias chegam de fora e não são produtos nossos, argumentaria a filosofia do Zé Espertinho. Então, arranje a lei que impeça a entrada do material em questão em nossa Cidade, em nosso Estado, antes que entre em vigor a do Zé Povinho. O transtorno não é tão grande, quando a carga se apóia no ombro de todos. De gente grande, de multinacionais, de homens gananciosos, de pessoas despudoradas, de filhos de uma classe sem medidas, de gente que não quer fazer a vida acontecer senão a sua. Você, legislador, você tem costas pra isso? Não se meta com a seriedade de seu povo. Não pule a cerca pra buscar voto no cercado do vizinho.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
Minha Bandeira de Adeus...
Hoje, bem mesmo hoje...
Ainda bem mesmo agora.
Morituri mortuis.
Estava lá gravado,
Bem lá falado,
O texto de um poeta
Ali já bem plantado.
Falava de esperança,
De vida e confiança...
Não fui acompanhar
(Para não ali chorar)
O corpo de uma irmã...
De idéia, de filosofia,
Quiçá religião...
Quis lá depositar
Seu resto deste mundo...
Velar sono profundo,
Nas profundezas, suave,
Pra recitar ad Te, Domine, clamavi...
Na Praça da Saudade,
Fincada lá deixei
Minha bandeira de adeus...
( Homenagem póstuma à colega Neida Naves)
Ainda bem mesmo agora.
Morituri mortuis.
Estava lá gravado,
Bem lá falado,
O texto de um poeta
Ali já bem plantado.
Falava de esperança,
De vida e confiança...
Não fui acompanhar
(Para não ali chorar)
O corpo de uma irmã...
De idéia, de filosofia,
Quiçá religião...
Quis lá depositar
Seu resto deste mundo...
Velar sono profundo,
Nas profundezas, suave,
Pra recitar ad Te, Domine, clamavi...
Na Praça da Saudade,
Fincada lá deixei
Minha bandeira de adeus...
( Homenagem póstuma à colega Neida Naves)
terça-feira, 19 de abril de 2011
Alegria da Páscoa
Ainda sinto o perfume agreste das ervas cheirosas que cobriram o túmulo de Jesus. Mas agora o mistério de Deus se abriu no clarão da Páscoa com a Ressurreição de Jesus. Venceu a morte e apagou para sempre a mancha do pecado que enfeiava a alma de todos nós.
Hoje os pássaros cruzam alegres o azul do céu. As flores bebem, sorrindo, o orvalho da noite na certeza de que é mais bonito o dia que está amanhecendo. E a luz do olhar tem ainda maior brilho sobre o mistério do abismo e a paz das montanhas. Nas florestas as ramagens já levantam sua folhagem entoando um hino de louvor.
A Páscoa chegou!... Ganhou os corações e se fez presente em toda a Criação. Agora uma água límpida e cristalina rola dos rochedos. Já pode ser sorvida com a sofreguidão de uma alma arrebatada em êxtase. A vida ganhou o caminho que devia seguir. A história tomou nova direção, porque passou a ser escrita com a graça de Deus que é dom, perdão e amor.
Lá em casa o café da manhã é hoje diferente. Mais caprichado. Mais requintado. Além do costumeiro, vem também um chocolate grossinho e quentinho. E muitas quitandas. É Páscoa!... Uma palestrazinha de recomendações maternas. Uma catequese. Tudo com cores de amor, sentido de vida, alegria de paz. Com forma de criar posteridade. Fazer tradição. Querer família continuada. Unida. Feliz. A Páscoa é assim pra nós!...
Hoje os pássaros cruzam alegres o azul do céu. As flores bebem, sorrindo, o orvalho da noite na certeza de que é mais bonito o dia que está amanhecendo. E a luz do olhar tem ainda maior brilho sobre o mistério do abismo e a paz das montanhas. Nas florestas as ramagens já levantam sua folhagem entoando um hino de louvor.
A Páscoa chegou!... Ganhou os corações e se fez presente em toda a Criação. Agora uma água límpida e cristalina rola dos rochedos. Já pode ser sorvida com a sofreguidão de uma alma arrebatada em êxtase. A vida ganhou o caminho que devia seguir. A história tomou nova direção, porque passou a ser escrita com a graça de Deus que é dom, perdão e amor.
Lá em casa o café da manhã é hoje diferente. Mais caprichado. Mais requintado. Além do costumeiro, vem também um chocolate grossinho e quentinho. E muitas quitandas. É Páscoa!... Uma palestrazinha de recomendações maternas. Uma catequese. Tudo com cores de amor, sentido de vida, alegria de paz. Com forma de criar posteridade. Fazer tradição. Querer família continuada. Unida. Feliz. A Páscoa é assim pra nós!...
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Indo ao Mural
Tenho minhas reservas sobre os caminhos da violência. Por quê? Porque precisamos nos deixar fascinar pelas belezas da vida. Há sempre medidas preventivas a serem adotadas. Quando já não é possível ganhar o delinquente para lhe aplicar os meios adequados de correção, o melhor é silenciar para não dar mais estímulo a tantos atos de violência que ainda podem acontecer.
O cuidado que se deve ter, no trato com a questão, como naquela do Rio, por certo será mais sutil e eficiente, se a gente quiser obter algum resultado que suplante a mídia tão ávida de matéria desta natureza. Basta ver e considerar a história. É só olhar o plebiscito sobre o porte de armas ocorrido alguns anos atrás. Não vi nem conheci o verdadeiro argumento que fez a sociedade , na última hora, mudar sua maneira de pensar. Trouxe algum benefício? Acho que não.
No entanto, os crimes com arma de fogo até aumentaram. E agora já se fala em outro plebiscito. Será que o diagnóstico da época foi errado ou interesses escusos e subalternos sujavam a alma de alguns espertalhões!?... Que falhou, falhou. Por que se deixa medrar a impunidade para depois correr atrás de um leite derramado? Vamos deixar para quem pode a remoção da verdadeira causa desta violência. Então estaremos ajudando não com o silêncio sobre os delinquentes, mas com a exigência de medidas públicas de quem pode e deve falar. Isso é abrir outra janela de colaboração e ajuda.
O cuidado que se deve ter, no trato com a questão, como naquela do Rio, por certo será mais sutil e eficiente, se a gente quiser obter algum resultado que suplante a mídia tão ávida de matéria desta natureza. Basta ver e considerar a história. É só olhar o plebiscito sobre o porte de armas ocorrido alguns anos atrás. Não vi nem conheci o verdadeiro argumento que fez a sociedade , na última hora, mudar sua maneira de pensar. Trouxe algum benefício? Acho que não.
No entanto, os crimes com arma de fogo até aumentaram. E agora já se fala em outro plebiscito. Será que o diagnóstico da época foi errado ou interesses escusos e subalternos sujavam a alma de alguns espertalhões!?... Que falhou, falhou. Por que se deixa medrar a impunidade para depois correr atrás de um leite derramado? Vamos deixar para quem pode a remoção da verdadeira causa desta violência. Então estaremos ajudando não com o silêncio sobre os delinquentes, mas com a exigência de medidas públicas de quem pode e deve falar. Isso é abrir outra janela de colaboração e ajuda.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Nossa Mãe-Terra
Já vai alto o tempo da CF-2011 : A Vida no Planeta.
Talvez uma tentativa de salvar a história do nosso Planeta fizesse os homens conhecer o nível dos verdadeiros riscos que vivemos com a posição quase irredutível de nossas autoridades e, sejamos honestos, de cada um de nós. A linha do horizonte já nos antecipa a revelação do sofrimento de um número sem conta de pessoas vivendo em condições de uma vida restrita, desumana e cruel.
Não dá para contemporizar e aceitar a impunidade dos responsáveis por uma sociedade que vêm, com tal atitude, deixando Deus fora da história de nosso planeta. Falta-nos fé no coração e juízo na cabeça de quem constrói uma história. Apesar de o homem moderno vangloriar-se, ele tem medo de sua história. Mesmo assim não abre mão de seu orgulho nem lança fora a ganância que o afasta de Deus.
Nenhuma liberdade, pois, pode satisfazer a sua vaidade e ao mesmo tempo justificar o pecado do homem sem levá-lo ao desespero nesta corrida do progresso que lhe faz o tropeço para a queda no buraco da aniquilação. Pensemos nisso e meditemos sobre a omissão de cada um na promoção da vida de nosso planeta
Talvez uma tentativa de salvar a história do nosso Planeta fizesse os homens conhecer o nível dos verdadeiros riscos que vivemos com a posição quase irredutível de nossas autoridades e, sejamos honestos, de cada um de nós. A linha do horizonte já nos antecipa a revelação do sofrimento de um número sem conta de pessoas vivendo em condições de uma vida restrita, desumana e cruel.
Não dá para contemporizar e aceitar a impunidade dos responsáveis por uma sociedade que vêm, com tal atitude, deixando Deus fora da história de nosso planeta. Falta-nos fé no coração e juízo na cabeça de quem constrói uma história. Apesar de o homem moderno vangloriar-se, ele tem medo de sua história. Mesmo assim não abre mão de seu orgulho nem lança fora a ganância que o afasta de Deus.
Nenhuma liberdade, pois, pode satisfazer a sua vaidade e ao mesmo tempo justificar o pecado do homem sem levá-lo ao desespero nesta corrida do progresso que lhe faz o tropeço para a queda no buraco da aniquilação. Pensemos nisso e meditemos sobre a omissão de cada um na promoção da vida de nosso planeta
terça-feira, 5 de abril de 2011
Trovas e Quadras
Hoje eu vou comprar um queijo,
Vou me sentar por cima
E vou ficar olhando... olhando...
Pra quem mandei meu beijo...
Vou me sentar por cima
E vou ficar olhando... olhando...
Pra quem mandei meu beijo...
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