Celebramos, há
pouco, a família de sangue, berço onde buscamos, por direito, os valores que devemos cultivar.
Mas a paz é um valor que ultrapassa as fronteiras de qualquer instituição para
se espraiar, de maneira bastante aberta, nos sentimentos de todo indivíduo.
Hoje é dia mundial da paz. Ninguém está dispensado de parar um pouco para
pensar como pode ela acontecer entre nós.
Há um ditado
antigo, sentido e vivido nas alas militares, que diz - si vis pacem para bellum -
querendo nos mostrar que o seu acontecimento entre nós depende muito de
cada um num convite a estar sempre
alerta e ligado aos fatos e ao mundo que nos envolvem. Verdade. Mas verdade
também é que não se trata de olhar apenas o que está ao nosso redor. Depende mais do nosso íntimo, do nosso aceitar o
desafio, da quebra de nosso egoísmo, de
nosso orgulho.
É claro que se
estabelecermos limites em nossos impulsos e pretensões, vivermos os sentimentos
de respeito e amor ao semelhante e reconhecermos os direitos de cada um,
seremos muito mais construtores da paz do que organizadores de esquemas de
guerra. O voltar-se de frente para as
provocações desafiadoras e colocar-se em posição de confronto em situações que
não levam à paz, mas à discórdia, à destruição e ao distanciamento entre indivíduos,
grupos e nações é aceitar e conduzir à guerra por não exercer e controlar os
próprios instintos baixos do desamor. Assim buscamos a guerra por não querermos
a paz.
Precisamos primeiro ter paz
ResponderExcluirdentro de nós pra depois
sair receitando-a por aí.
Sem isso nada feito. Não vamos
encontrá-la em lugar algum.
Concordo com que o Renato disse, primeiro temos que ter paz dentro de nós, caso contrário nada adianta. "Paz e amor" para vivermos bem!
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