Caminhar juntos

domingo, 30 de dezembro de 2012

Hora da Família


     Quem acompanha vê a beleza do Tempo Litúrgico se abrindo à sua frente. E vai sentindo a alegria da comunhão de almas se estreitando dentro de si que leva a uma felicidade indescritível. É o ser humano  se realizando em suas dimensões para cumprir o projeto do Criador, que o cria para a glória dos séculos sem fim.  Isso vai exigir de nós um esforço consciente  de vivência harmoniosa para que a paz reine na comunidade humana.

     Neste tempo que segue o Natal, somos chamados a viver valores que, nos planos humanos, fazem a nossa felicidade aqui neste mundo. A família, entre eles o maior, que, no dizer de Paulo VI, é a igreja doméstica a aninhar valores que o indivíduo não encontra em lugar algum.   São  dons que se constituem  e tomam corpo no seio da comunidade familiar.  Marcados por Deus nos levam  ao exemplo do amor e de cuidados que os homens devem cultivar no seu mundo, se quiserem ver o mundo  viver em paz.

     Em vista do amor, do diálogo e do perdão entre os homens, precisamos nos fortalecer apertando os laços familiares para que possamos identificar, num mundo tão conturbado, a esperança de dias melhores. Por isso urge a prática da serenidade no relacionamento dos pais com os filhos como importam o respeito e a obediência dos filhos para com os pais. Assim a família se torna,  com propriedade,  lugar e berço de um amor consistente e livre  da falsidade e miséria que acontecem entre nós.

3 comentários:

  1. Indiscutivelmente a família, queiram ou não, ainda é o grande valor que temos e devemos por isso cultivar. Ela ainda é o sustentáculo da comunidade em que vivemos.

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  2. A família tem sempre sua vez. É valor de primeiro plano. A ela devemos tudo que nós temos e não dá para não reconhecer o que a ela devemos.

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  3. Eu penso que toda hora é hora da família.
    É o lugar de onde recebemos tudo que temos.
    Então não há como fazer pouco da família. Só mesmo uma
    pessoa que não tenha nenhum sentimento de gratidão.

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