Quem acompanha vê a beleza do
Tempo Litúrgico se abrindo à sua frente. E vai sentindo a alegria da comunhão
de almas se estreitando dentro de si que leva a uma felicidade indescritível. É
o ser humano se realizando em suas
dimensões para cumprir o projeto do Criador, que o cria para a glória dos
séculos sem fim. Isso vai exigir de nós
um esforço consciente de vivência
harmoniosa para que a paz reine na comunidade humana.
Neste tempo que segue o Natal,
somos chamados a viver valores que, nos planos humanos, fazem a nossa
felicidade aqui neste mundo. A família, entre eles o maior, que, no dizer de
Paulo VI, é a igreja doméstica a aninhar valores que o indivíduo não encontra
em lugar algum. São dons que se constituem e tomam corpo no seio da comunidade familiar. Marcados por Deus nos levam ao exemplo do amor e de cuidados que os
homens devem cultivar no seu mundo, se quiserem ver o mundo viver em paz.
Em vista do amor, do diálogo e do
perdão entre os homens, precisamos nos fortalecer apertando os laços familiares
para que possamos identificar, num mundo tão conturbado, a esperança de dias
melhores. Por isso urge a prática da serenidade no relacionamento dos pais com
os filhos como importam o respeito e a obediência dos filhos para com os pais.
Assim a família se torna, com propriedade,
lugar e berço de um amor consistente e
livre da falsidade e miséria que
acontecem entre nós.
Indiscutivelmente a família, queiram ou não, ainda é o grande valor que temos e devemos por isso cultivar. Ela ainda é o sustentáculo da comunidade em que vivemos.
ResponderExcluirA família tem sempre sua vez. É valor de primeiro plano. A ela devemos tudo que nós temos e não dá para não reconhecer o que a ela devemos.
ResponderExcluirEu penso que toda hora é hora da família.
ResponderExcluirÉ o lugar de onde recebemos tudo que temos.
Então não há como fazer pouco da família. Só mesmo uma
pessoa que não tenha nenhum sentimento de gratidão.