Devagar já vai
passando também o tempo do Natal. Luzes, cantos, presentes, embrulhos em papéis coloridos vão ficando para
trás. Novo clima se abre para as almas
ansiosas e cheias de expectativas. Palavras premonitórias se ouvem. O medo do desconhecido muitas vezes prende nossos
sentimentos numa caixinha misteriosa, sem que possamos vislumbrar nada, ainda que agarrado às paredes de nosso
mundo interior.
Mas
precisamos mesmo conservar os lampejos
de há pouco do acontecimento do amor, do gesto de misericórdia vindo em nossa
direção, da feição de ternura aberta para nós. É disso que devemos continuar
nos alimentando, é disso que precisamos nos nutrir, é disso que queremos viver para ultrapassar
todas as barreiras que nos preocupam, que nos fazem angustiados, trazendo-nos
desilusões e pequenos sofrimentos.
Ano
Novo bate às portas, já na ponta dos pés, para tocar a campainha e ver a nossa
casa aberta para invadir o nosso mundo e
nos obrigar a deixar os propósitos renovados diante de cada uma das situações
por que devemos passar. Então ainda é tempo de rever o desenhado mapa de nossas
atividades e pedir ao Menino-Deus da semana passada que não economize a sua
bênção para durante todo o caminho que vamos começar a trilhar.
É mesmo tempo de saudade e de alegria. Sempre temos propósitos renovados e um montão de coisas que pretendemos realizar com a chegada do novo ano. Mas precisamos mesmo de luzes.
ResponderExcluirPrecisamos aprender a receber as bênçaos que Deus nos manda...
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