Caminhar juntos

domingo, 7 de abril de 2013

Domingo da Divina Misericórdia


A vida tem as peças e as pessoas em seus lugares. Há peças e pessoas com distintivos tão fortes que a gente se põe a pensar como isso acontece. E porque assim acontece. Assim também há pessoas que  aparecem no mundo com uma missão grandemente específica e determinada. Acreditamos estar diante de um papel que a pessoa deve desempenhar na certeza de seu destino e de uma tarefa de que ela não pode se esquivar. E o mundo ganha porque  são coisas boas da vida e a vida se qualifica porque a bondade ganha dimensões no coração do homem.

Hoje é o segundo domingo da Páscoa. E Santa Faustina é uma destas mulheres privilegiadas a quem Jesus  expressou o seu desejo : a Festa da Divina Misericórdia. Uma revelação simples, mas peremptória como gesto de amor e compaixão por aqueles que olham o túmulo vazio e sentem o corpo de seu Senhor levado para lugar onde não sabem onde é. E ficamos indagando sobre o que vem a ser Misericórdia. Bondade, como aquela inclinação natural do coração humano a fazer o bem?  Clemência, como sentido de perdão que deixa bem tanto quem perdoa como quem é perdoado?  Ou indulgência como uma capacidade que tem o homem de boa vontade em ser tolerante com os defeitos e as fraquezas do outro?

A misericórdia pedida na revelação de Jesus à Santa não tem limites nem medida nem preço. Ela não passa pelos conduites humanos, quando estes  guardam resquícios de punição. Um coração que vive o clima da clemência, da piedade, da compaixão sabe colocar para outro coração a dor, a tristeza, a fraqueza de que é capaz de sofrer.  Não quer isso para si mesmo nem para o outro. Quer tão somente se comunicar.  Quer viver a alegria de os dois se amarem em plenitude. Quer ver a vida se desabrochar em todo o seu esplendor e grandeza. Mas tudo se faz no dom da gratuidade de Deus que é infinitamente misericórdia e proteção. A Festa da Divina Misericórdia tem outros ingredientes e todos fundados no amor (de Jesus).

4 comentários:

  1. É o sentimento mais profundo e misterioso que passa pelo coração do ser humano. É preciso senti-lo e vivê-lo por um instante para para aquilatar a grande de um gesto de misericórdia.

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  2. João Paulo II não pensou duas vezes. Viu que o Domingo da Misericórdia pode trazer muitos benefícios espirituais para a humanidade. Hoje o terço da divina misericórdia está divulgado em todo o mundo com grande êxito. Parabéns.

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  3. O mundo ganhou com a instituição desta festa da divina misericórdia. O povo compreendeu bem o seu sentido e principalmente colocada no domingo seguinte ao da ressurreição. Isso é muito bom.

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  4. Não sabia que fosse um domingo celebrado como festa da igreja não. Pensei num domingo normal, apenas por ter leituras bíblicas voltadas para o assunto.

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