Ouvia, ainda há
pouco, Moacir Franco cantando uma música com tema São Sebastião. Isso me levou
ao santo do dia e me fez lembrar o Evangelho da eucaristia de hoje :
Bodas de Caná. A letra da música falava
de um milagre recebido por alguém, numa hora extrema, quando o sujeito se
imbuia da força da religião, em nossa vida, até então para ele como assunto
indiferente. É significativo o evangelista João não usar o termo milagre, mas a
palavra sinal, como a querer dizer coisas que não passam pela nossa cabeça.
Sinal
é uma palavra sacramental, que nos leva a
sentir e conhecer uma realidade subjacente ao seu significado
corriqueiro; Quando vemos um borralho e nele não vemos brasas incandescentes nem
fagulhas nem chamas, mesmo assim não tomamos aquilo na concha das mãos, pois
sabemos que nos queimaremos fatalmente. E, observe-se, por certo não somos tão
ousados nem nos sentimos tão desafiados para tomar uma atitude destas e sairmos
dali irremediavelmente queimados.
Nas
bodas de Caná, o sinal é claro, o milagre é peremptório. Água transformada em
vinho e vinho da melhor qualidade.
Nenhuma dúvida, nenhuma indiferença, mas uma realidade em que botamos fé. Deus
nos ama com amor sem limite. Maria se faz nossa intercessora ousadamente confiante no amor do Filho por nós. Lá na
cruz Maria nos é dada por Mãe na certeza de que filho de Deus não fica órfão :
eis aí tua Mãe. Se Jesus, na força de seu poder e na ardência de seu amor se deixou crucificar por todos nós, o que ele
não faria àqueles pais e noivos para
lhes devolver a alegria da festa do casamento de seus filhos com a falta do
vinho? Milagres é que não faltam nos gestos de amor de Jesus. Eis a religião na
vida da pessoa.
Os milagres acontecem a cada momento na vida da gente.
ResponderExcluirBasta abrir os olhos para ver. E não ser indiferente.
O vinho messiânico é o vinho da alegria que todos nós deveríamos desejar.
ResponderExcluirDeus presente a cada momento em nossa vida.
É preciso dar a Jesus um amor incondicional porque é assim que age em nosso favor. Devemos retribuir. com a mesma moeda. É nosso dever.
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