quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Nossa Senhora do indiozinho
É sempre bom a gente ver datas celebrizadas com a figura de alguém importante. 12 de dezembro, festa de Nossa Senhora de Guadalupe. É a Nossa Senhora daquele indiozinho Juan Diego lá do México que, em 9 de dezembro de 1531, teria aparecido a ele num grande gesto de carinho de mãe para com seu filho. Aliás filho, o povo mexicano. Coitado do índio!... Sua palavra devia ser acompanhada de prova robusta a ser feita ao bispo para que o fato da aparição começasse a ganhar corpo e vida.
As coisas religiosas, mas sobretudo as coisas de Deus, são assim mesmo. Custam a ganhar crédito. No entanto, a misericórdia de Deus, sob o prisma mais evidente de sua graça, passa comumente despercebida como se o tempo e a vida corressem sem sobressaltos. Os fatos miraculosos convidam-nos a uma reflexão mais profunda para contemplar a glória de Deus e reconhecer o poder de seu braço, atuando em favor de suas criaturas. Mais que santa é a ousadia de uns fundada na fé e na certeza do amor de Deus.
Na verdade o relaxamento espiritual faz-nos impermeáveis às constantes graças que Nossa Senhora vem nos trazer. É necessário contudo que tenhamos a vida iluminada pela fé. Ora nós nos tornamos melhores, quando nos relacionamos com pessoas vivas, alegres e saudáveis para viver num mundo, onde a confiança não nos deixa indiferentes à predileção do olhar de Deus. É um sentimento que nos deve questionar sempre : qual a qualidade do meu carinho para com a Mãe de Deus? Então a santidade nos dá a força de semente reparadora do nosso ambiente, quando Maria se põe no nosso caminho.
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Maria é a mesma aqui e ali. É a mesma mãe, o mesmo carinho,o mesmo jeito de amar. Nós é que não consideramos este seu jeito de ser. e ficamos buscando outros conotativos para falar dela.
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