Caminhar juntos

domingo, 17 de novembro de 2013

Vai chegando ao fim o Ano da Fé

No próximo domingo, 24, festa de Cristo-Rei, a Igreja encerra o Ano da Fé, proclamado pelo ainda Bento XVI. Inspirado no Atos dos Apóstolos, emitiu uma Carta Apostólica propondo o aprofundamento desta virtude teologal no seu conteúdo e pedindo também que avaliássemos mais detidamente o nosso ato de fé em si mesmo. Foi um ano de muito estudo e reflexão. E agora está chegando ao fim dos trabalhos. É uma caminhada que nos põe diante dos olhos um caminho que começa no nosso Batismo, levando-nos a uma comunhão com Deus e uma introdução na Igreja de Jesus Cristo e que termina na vida eterna. Alerta-nos o papa para a nossa preocupação com as consequências exteriores da fé sem considerar muito o nosso ato de crer. Convidou-nos ele a redescobrir o caminho e a fixar a meta para a qual nos leva este caminho, porque o mundo vem afastando de seu meio o nosso Deus ao substitui-lo por uma presunção de que pode resolver seus próprios problemas fundado na força de seus próprios conhecimentos. Com o envolvimento desta crise do mundo, o cristão não pode aceitar a sua condição de um tempero sem força ou de uma luz esmaecida e sem brilho, incapaz de clarear, por estar perdendo a alegria de crer e o entusiasmo de comunicar a sua fé. Precisamos voltar a beber da fonte da água pura, a palavra de Jesus, e alimentar-nos pela frequência aos sacramentos. Só assim faremos a experiência da graça e da alegria. Isso nos fará fecundos e alargará o nosso coração, pois é acreditando com o coração e proclamando com a boca a nossa fé, que estaremos participando de maneira ativa e produtiva deste ano tão abençoado.

4 comentários:

  1. Quem tomou consciência da importância deste Ano da Fé procurou desenvolver algum trabalho que levasse a um aprofundamente da fé, ajudando e criando condições para que outros fizessem uma reflexão mais profunda das coisas de Deus. Na verdade o mundo precisa de pessoas decididas a encarar certos problemas para diante deles confessar a sua fé no Deus que nos criou.

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  2. Um pedido sério que o Papa nos fez foi que olhássemos e considerássemos bem o nosso ato de fé em si mesmo e não ficássemos olhando e preocupados com suas consequências externas.

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  3. Que a reflexão tenha valido apena para produzir muitos frutos. A Porta da Fé nos colocou defronte ao caminho do céu. Vamos aproveitar e aprimorar o nosso amor a Jesus Cristo.

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  4. Logo logo vão surgir outras necessidades ou pelo menos vão ser evidenciadas. Mas este Ano da Fé ganhou forçamesmo foi na medida em que os cristãos se conscientizaram de que eles são os portadores da fé e que esta fé precisava ser tocada e provocada para se exercitar melhor. Vale o Ano e que possamos dar passos mais largos agora no conteúdo de nossa fé.

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