Caminhar juntos

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Setembro vem aí...

Ainda há pouco me lembrei de uma criança que me dizia sempre : quando setembro chegar. Ela me olhava com firmeza e depois me observava que o sete de setembro era dia de desfile dos militares, na avenida, com suas fardas impecáveis, suas armas, seus brasões, suas insígnias, suas medalhas de honra e glória a marcar a presença garbosa deles como indivíduos cientes de seus deveres em defesa da pátria. Via os tímidos movimentos de seus lábios como a querer cantar o ouviram do Ipiranga, às margens plácidas...” Bonita a lembrança daquela criança que acalentava o sonho de uma pátria sem as rugas do nosso tempo, onde as arruaças preocupam o nosso espírito, tirando-nos a inocência de um mundo pacífico e de um céu estrelado. Hoje, nuvens mais pesadas nos cobrem durante dias e meses ou o semblante de um tempo carregado nos encara como se a fúria de uma tempestade nos colocasse constantemente sob sua mira. Depois de me ajeitar com o raciocínio daquela criança, pus-me a descansar com o seu mais belo sorriso a me falar da inocência e da ausência de fantasmas na sua alma. Quando setembro chegar, precisamos estar desarmados, como aquela criança, e descer para a avenida, a fim de celebrar o dia de nossa pátria. Vamos cantar a todos os pulmões, tirando do coração as provações e os perigos maiores. Teremos então uma alma inocente. Teremos sobre nós um céu cheio de luz, que os militares nos garantem, com amor à função, majestade e glória a nos entregar um país cheio de uma alegria indizível. Podemos então registrar a alma do brasileiro com a paz que desejamos e o fundamento de uma pátria que une o seu povo. Setembro já está próximo.

3 comentários:

  1. Eh, às vezes sete de setembro mete medo na gente. Quando universitário vi coisas que não devia ver. Mesmo assim são homens que estão no seu trabalho e precisam mesmo honrá-lo e defender a nossa pátria.

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  2. Muitas vezes bate uma tristeza no coração só de pensar que setembro vai chegar e a gente não fia tempo fatos para celebrar. Não gosto de pensar nisso, porque olho para trás ou mesmo ao redor e fico matutando que as coisas poderiam ser assim ou assado, pois seria bem melhor. Isso me dá tristeza.

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  3. Eu não. Eu nunca gostei muito de sete de setembro, porque acho que é apenas uma encenação. Uma demonstração de força inativa e um exibicionismo que não fa zsentido. Não gosto.

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