Caminhando juntos
A Semana Santa vem aí. A Semana Maior. É bem provável que o seu interesse, para muitos, fique apenas na oportunidade de um passeio, uma retirada para o sítio, uma esticada até a praia e coisas deste gênero. Para outros é tempo de reflexão. Uma parada, como um oásis, para refrescar um pouco a alma. Colocar as coisas do espírito em dia. Pedir a Deus que sua vinda ao mundo e que culminou com sua morte em benefício da humanidade não seja em vão. Por isso nos voltamos para ele, num face-a-face, olhando-o bem dentro dos olhos. Tentar com nossos olhos humanos enxergar seus olhos com a misericórdia e a ternura que encerram.
Para estes últimos não fica bem o afastamento deste centro de atividades religiosas, pois a hora é oportuna. Não se contentam em parar nas festividades de um solene Domingo de Ramos. O avanço da semana tem o propósito de chegar ao Domingo de Páscoa, quando o Cristo, vencendo a morte e o pecado, dá sua prova de que é verdadeiramente o prometido nas antigas escrituras, a fim de restituir ao homem a sua verdadeira amizade com Deus. E todos que, de espírito convicto e de aceitação, se põem a caminhar com ele o caminho da perfeição, passando antes pelo sofrimento de uma cruz.
A ele entregamos o nosso espírito, o nosso comportamento, as nossas atividades, as nossas vaidades, as nossas preferências humanas, as nossas preocupações, os nossos contratempos, as nossas presunções e tudo que nos faz deitar sobre ele um olhar distante, sem maiores atenções em atitudes que não sinalizam a nossa fé. Deixamos, por negligência ou impiedade, passar por nós o momento da graça de Deus. É um tempo muito bom para rever princípios, reformular propósitos, retomar um caminho ou decidir por uma perspectiva de vida que nos faça verdadeiramente felizes.
Ahh mas não é mais fácil comprarmos um ovo de páscoa, que por algum milagre "provêm de coelho"... sofrer pra que?? Pensar no outro porque??
ResponderExcluirQuando encontramos "as cruzes" em nosso caminho aí, pensamos em Deus. E Ele com seu amor e bondade infinitas nos recebe de braços abertos.
Temos que encher as igrejas todos os dias de nossas vidas e não apenas na quaresma e na semana santa.
Tem razão, Beth, o nosso compromisso com Deus pede regularidade em nosso relacionamento com Deus. Afinal, dele dependemos mem tudo e em tudo ele nos tenta com seu jeito bom de marcar uma amizade. É importante mesmo pensar numa igreja cheia, num coração cheio de sentimentos bons e nobres, porque precisamos estar acesos e corresponder àquilo que ele pede de nós : gartidão, correspondência ao se amor gratuito.
ResponderExcluirÉ tempo de profunda reflexão. É tempo de acerto. É tempo de concordância. E de arrependimento, mas de ajeitamento das contas.
ResponderExcluir´Se tivermos ouvidos afinados, sentimentos no coração e uma cabeça capaz de pensar e chegar a conclusões, por certo sentiremos a misericórdia que perpassa o fundo da alma humana e faz aflorar atitudes de sensatez.
ResponderExcluirEh, há aqueles que são mesmo indiferentes. E se o tempo é aberto a um descanso que ele se prolongue por mais que puder e a vida os fará felizes. Mas deve ser bem assim. É preciso que se coloque tudo nos lugares, para que não nos tornemos ociosos, isto é, gente sem compromisso e que bos conduzem a uma irresponsabilidade sem preço Nada nos pode fzer felizes se não tivermos um pouco de sensibilidade, mesmo para aquilo que não faz parte de nosso filosofia de vida. É só pensar um pouco e veremos que não podemos ser tão indiferentes assim.
ResponderExcluirA Semana Santa deixa o indivíduo, querendo ou não, bastante circunspecto. Não tem como fugir disto. O tempo? Os mistérios? A tradiição? Sei lá, mas faz a pessoa pensar.
ResponderExcluirÉ sempre bom a gente pensar num acontecimento como este. É tempo de meditação e sentir no mais profundo da alma a cruz de Cristo, onde deixamos, nós todos que acreditamos, a nossa intolerância, o nosso orgulho, a nossa vaidade. Afinal, é no final deste tempo que Cristo ressuscita.
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