Caminhar juntos

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Entre burros e imbecis, ainda há salvação

Nada me deixa tão irritado quanto uma pessoa que, podendo fazer coisa boa, faz coisa ruim. Parece que esta é a atitude natural daquele que tem propensão para o mal. Não uma atitude que flutua, mas a posição de quem é assim sempre para ficar  em evidência naquilo que ela é capaz de fazer. Que pena ser assim, sobretudo quando olhamos ao redor tanta coisa boa, que faz bem e facilita uma vida melhor para todos. Então não há como reclamar de que a vida é ruim.

Nós somos condicionados a fazer o bem. Temos dentro de nós aquele princípio vital que nos deixa sempre a ganhar carga para promover logo depois conteúdos harmoniosos e equilibrados capazes de fazer o bem e ainda criar condições para que se possa armar ambiente, onde deve acontecer a razão e o motivo de um mundo melhor e de mais alto sentido. Daí sermos responsabilizados por aquilo que desequilibra os sentimentos morais e mesmo sociais, que põem toda uma comunidade a perder.

E aí fico a pensar que algumas pessoas têm o direito de serem burras, mas não concordo e, por isso,  protesto por aquelas que nascem com o privilégio de serem imbecis. Vivemos entre umas e outras como se fôssemos espectadores de um mundo sem solução. Ora, isso é deprimente e nos faz irritados como se fôssemos condenados a viver atrás de grades pagando por um crime que não cometemos. É natural, pois,  que se proteste e se exaspere por situação tão vil, esperando que as pessoas não incluídas nestas duas classes façam a reação de gente pacífica e de bem. www.youtube.com

2 comentários:

  1. Muitas vezes a gente precisa bater pesado com alguns que querem fazer gracinha com as coisas da vida. Aprovo e aplaudo atitudes como esta que procura espantar os vampiros que nos estão a sucar pouco a pouco o sangue de nosso bem-estar. Se não querem um mundo com coisas boas, por que vivem entre nós?

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  2. Também me chateia quando alguém pode fazer o bem e não faz. Isso não é nada humano. Pelo contrário dá uma demonstração de coração naturalmente mau.

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