Ao abrir as mãos para oferecer e partilhar segue-se o abrir o coração para receber e estabelecer-se em comunhão. Este é chamado a viver mais e melhor. Mas não podemos ser impertinentes ao querer levar alguém a abrir as mãos, pensando ver nele o coração aberto à comunhão.
Muita gente quer passar por pessoa, que pensa fazer o bem, ao tomar a posição de policial da vida alheia. E se o assunto tem em vista um comportamento religioso, então o quadro de relacionamento ganha fortes conotações de rejeição, que faz mal tanto a um como a outro. O desastre é inevitável.
Precisamos deixar da mania de fazer Deus entrar pela goela abaixo do nosso semelhante, procurando respeitar a vida, o modo de cada um ser e seu jeito de ver as coisas. Mas não deixe de mostrar para ele que vale a pensa sentir a presença de Deus no nosso caminho a cada instante. Isto é prudência, mas também pedagogia de alto padrão.
Vale lembrar o respeito que devemos ter com as pessoas, principalmente quando se fala de religião. Todo cuidado é pouco para não magoar as pessoas.
ResponderExcluirÉ difícil compreender como pode alguém querer fazer o bem aos outros passando por uma condição de polícia diantes deles. O simples fato de ser polícia já é temeroso. Ninguém quer ser policiado naquilo que faz. A pessoa quer ser livre naquilo que faz, mesmo que lhe custe alguma incomprrensão. Vamos deixar o indivíduo ficar onde está e ser do jeito que ele quer ser. O respeito no caso é um bem maior ainda que possa parecer que não.
ResponderExcluirNão se trata só de abrir o coração.
ResponderExcluirseria bom pensar no aguçamento de um maior espírito de solidariedade de uns para com
os outros. Ainda falta muita coisa para acontecer entre os seres humanos.