Sou pequeno demais para ter uma palavra contra o Supremo Tribunal Federal, mas nem por isso deixo de tê-la. Sim, porque me senti desamparado, menos estruturado, com a decisão desta Instância do Poder, a união entre pessoas do mesmo sexo. Pensava eu tratar-se de magistrados sintonizados com a ordem dos princípios do direito natural. Ora, como pode magistrados de uma Corte de tamanha magnitude relegar o fundamento dos seus próprios princípios e ordenamentos de julgar?
Se é na família, unicamente ali, o lugar próprio e inicial para a formação do indivíduo, a cartilha de concatenação de suas possibilidades e o amálgama adequado e genuino à formação de sua personalidade, os ingredientes filigranados e capilares de seus caracteres individuais, como não reconhecer as potencialidades complementares das aptidões adquiridas apontadas no sexo, na idade, no valor fisiológico, moral ou mesmo fisiológico?
É de se lamentar a ostentação deste estandarte modernista. Ou atribuimos o fato à fraqueza de uma Instituição ou reconhecemos nela a vaidade de ser promotora da miragem de um progresso para a satisfação desmedida de um povo em decadência. A nação não é uma realidade abstrata, mas uma característica essencial, expressa e reconhecida concretamente na evidência de uma comunidade humana, subordinada à natureza do ser humano que busca trilhar os caminhos de uma sociedade melhor e mais perfeita. Não podemos brincar com o faz-de-conta que acertei.
O STF tomou uma decisão corajosa e, a meu ver, justa. Pessoas que vivem juntas a mais de 30 anos, e são companheiras e cúmplices, tinham muita dificuldade quando um dos dois vinha a falecer, por exemplo. Essas pessoas constroem suas vidas juntas e depois que o companheiro, ou companheira, morre não tem direito a nada e muitas vezes pessoas que os discriminaram e os condenaram se aproveitam. Acho que o STF foi justo.
ResponderExcluirNão entendo a decisão como corajosa. Vejo-a numa conotação de oportunismo modernista. Não se trata de construir suas vidas juntas, mas de viver juntas, tentando arranjar um motivo para consolidar e forçar uma situação que foge a qualquer ordem natural. Se corriqueiramente no universo dos objetos de que dispomos e inventamos para atender nossas necessidades falamos de uma tomada e um plug e um sem número de opostos para mostrar os contrários na natureza, as complementaridades, a necessidade de coisas que se completam, se realizam nos polos opostos, se integram por força de uma estrutura da natureza estrutural e complementar, como aceitar um homem com um homem, uma mulher com uma mulher fazendo união no sentido de casarem-se indo para uma cama. Não vejo a decisão como medida assistencial, como reconhecimento de direitos pendentes, como forma de pagamento, como medida de regularização de situação que não é ímpar no mundo do direito. Entendo sim por este lado também a decisão, mas não a percebo tão corajosa assim. Vejo-a como falta de coragem em declarar improcedente o pedido de uma aberração contra a natureza humana. A midia não vem expondo e demonstrando estas carências, mas imagens a pedir aprovação para cenas lascivas com que busca o consentimento para procedimento que a natureza jamais vai condescender. Uma mulher será sempre uma mulher. Um homem será sempre um homem. Há muitas formas naturais para a assitência, a transmissão por herança dos bens, a compensação por possíveis danos morais, a solidariedade como força de um princípios jurídico, um dever por situação de força maior, a recomposição de um bem prejudicado, a garantia de fazer ou não fazer alguma coisa, e vai por aí... Mas fazer um homem dormir com um homem como uma proposição de direito!... Uma mulher com uma mulher para dizer que ela é livre e pode dispor de seu corpo como bem entender e o direito vir reconhecer isso como estabelecido em ordem jurídica!... Fica meu sentido de justiça prejudicado, quando a natureza nos é pródiga em tudo aquilo que verdadeiramente precisamos para viver... E aí sou obrigado a concordar com aquele meu colega de infância que, quando crescesse, queria se casar com a mansinha, a vaca do vizinho...
ResponderExcluirBom, sempre devemos respeitar a opiniao das pessoas. Eu sou contra a decisao do STF, mas devemos observar que muita coisa, judicialmente falando, vai facilitar para estas pessoas.
ResponderExcluirVou apenas justificar o porque sou contra: somos homens e mulheres que contituem uma sociedade.E nossos filhos virao da uniao de ambos. E se isto acabar... Nao adianta falar que a medicina dara um jeito porque isto nao é verdade. E como dizia Einsten:"quando nao houver mais abelhas no mundo, a raça humana será estinta. "
Que h´[a gente a favor e contra tal decisão, sabemos. Mas é importante que a gente tenha os argumentos e os defenda com unhas e dentes. Aí sim, haverá progresso por sermos autênticos na construção de uma sociedade com bases sólidas e não minada e se constituindo como castelo de areia.
ResponderExcluirAinda não atinei até hoje porque fazem relevância com este assunto, se há tantos outros que deveriam estar na pauta e ninguém se doi por eles. Você deve estar me pedindo para apontar algum para desativar a sua sonolência. Não, meu, a violência está aí pra quem quiser ver e procurar arrumar uma solução ou pelo menos uma medida mais eficaz e contundente para acabar com ela ou diminui-la. A droga está consumindo a nossa juventude e ninguém está se lixando com isso. E você vai me dizer que é de somenos importância!... Um usuário ou um traficante traz atrás de seu rosto uma multidão de anônimos,desde familiares até amigos mais ínitmos, enquanto um sem número de preocupados com o assunto não dispõe dos meios eficazes para afastar este mal. Vamos pensar nisso.
ResponderExcluirSe você não tiver o que falar não fale, mas se tiver partilhe com a gente. Há aqueles que ficam no meio do caminho.
ResponderExcluirOpinião todo mundo tem. O que falta é coragem de se expor, quando pensa que os outros vão pensar isso ou aquilo de mim. E aí o sujeito fica olhando e até fazendo juizo do que o outro pena. O Giscala tem sua razão quando diz que precisamos defender nossos argumentos com determinação. Acho que a soma destas maneiras de se verem as coisas nos dá a linha de prumo da sociedade que somos. Mas se formos ter um palavra de fachada, caindo para um lado e depois tombando para o outro sem saber o que a gente quer ou que a gente é não vamos ter nunca a sociedade que queremos, mas a sociedade que fazemos de conta que é.
ResponderExcluirNão podemos perder de vista que esta decisão embarcou numa filosofia que só faz o homosexual perder. O propósito, penso eu, é destruir a família. Não dá mesmo para entender a constituição de uma família na união de um homem com um homem ou de uma mulher com uma mulher. Isso não faz casamento, não leva a gerar filhos nem é capaz de levar a amparar um ao outro psicologicamente ou moralmente. Pode aparentemente parecer cuidado de um para com o outro, mas no fundo é um tremendo egoismo que acontece no íntimo de cada um.
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