domingo, 27 de fevereiro de 2011
Abrindo-se à felicidade
Hoje foi dia de batizado lá na igreja da minha paróquia. Muitas crianças, seus pais, seus padrinhos e um sem número de pessoas presentes. Enriqueciam e valorizavam a administração do sacramento. Mas o que é batizar. Batizar significa mergulhar nos mistérios de Deus. E para isso precisamos ter uma convicção e uma experiência profunda deste Deus que nos criou e nos ama. No batismo recebemos um selo de pertença a este Deus. Selo que não se tira como o selo de um brinquedo comprado na loja, mas um selo de uma outra ordem, a ordem espiritual. Somos convidados a participar da vida divina por todo o sempre. Por isso a responsabilidade nossa, de nossos pais e padrinhos, exige-nos um compromisso de fidelidade e solidariedade que impulsiona o batizando para as profundezas do mistério de Deus. Não compromisso com as propostas do mundo, mas com uma proposta que não acaba aqui. Pois a nossa felicidade na terra é uma qualidade de vida que fica no jogo do dar e receber. Nos projetos de Deus, a vida feliz é algo de gratuito. Então devemos corresponder com a nossa participação e compromisso com esses mistérios divinos. Tornamo-nos filhos de Deus.
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Quando menino lá na minha terra, o padre fala de sinal indelével recebido no batismo. Acho que agora estou entendendo aquilo como sendo esta pertença a Deus. Nunca é tarde para a gente aprender as coisas.
ResponderExcluirSabe que nem cheguei a conhecer minha madrinha de batismo. Já era mulher idosa quando me batizou pelo que sei. E o de crisma nunca me disseram quem foi. Mas tive pela vida afora muita gente boa que me soube dar um conselho ou mostrar caminhos que devia seguir. Sendo assim ainda saí bento desta história.
ResponderExcluirÉ claro que todo mundo quer ser feliz. A felicidade está em Deus, está no sagrada e batizar é mergulhar sim nos mistérios divinos. É dar de testa com o sagrado. E hoje percebemos que o homem moderno se esforça por ser profano, isto é, quer viver num mundo dessacralizado, mas quem não percebe que ele está encontrando dificuldades, e muito grandes, de medir o seu posicionamento existencial. Ele está voltando devagar mas está. Vai perceber que sua história não está tendo sentido, porque temos o sagrado em nós. Batizar é mesmo mergulhar e participar do mundo sagrado.
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