Caminhar juntos

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Procurando entender...

Passamos por um mundo que parece não entender a força do amor. Faz inseguro nosso futuro, incertas nossas conquistas. Cheio de temores experimentamos nosso relacionamento com os filhoa. Os horizontes se fecham, quase sempre severos, sobre tudo que empreendemos. A desconfiança informa o que planejamos. Em nada do que fazemos estamos seguros.

Com certeza falta uma dose maior de espiritualidade naquilo que vivemos. Mas não tomemos como sinal indicador do temor o número daqueles que alimentam tais sentimentos. Olhemos antes a força de um desejo que anima nossa vida. Ele vem expresso como sinal forte de um buscar as coisas do alto. Nisso vemos reação a uma atitude de mentes globalizantes, doentias, mas prontas a relativizar, a qualquer preço, nossos sentimentos.

Na verdade esses sinais visíveis estão diante dos olhos. Há uma fome difusa de uma espiritualidade num alto grau de manifestação. No entanto, não chega ao alcance de mentes poluídas pelo relativismo, que toma conta do coração de muita gente. Falta ainda a estes consciência do tamanho desta espiritualidade.

7 comentários:

  1. Aliás está todo mundo querendo entender este mundo de hoje.

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  2. Falam muito dos sinais dos tempos. Mas ninguém quer ficar lendo os sinais do tempos, porque vgão ficar vendo só desgraça. É claro que um sinal indicar alguma coisa, mas em vez de ficar querendo ver desgraça, é preciso ser mais otimista e ter outros olhos para enxergar outros sinais também. Que adiante ver coisas sombrias se não podemos consertar o mundo.

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  3. Ouve-se falar muito de espiritualidade. Será que alguém poderia me explicar isso... se está havendo fome de espiritualidade, por que não se procura saber o que é e partir para buscá-la?

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  4. Eu entendo a espiritualidade como um caminho que buscamos para percorrer. Mas este caminho é aberto e construido por mim. Há uma espiritualidade franciscana envolvida com a natureza,os pássaros, os astros. Os exercício de oração inaciana falam bem do modo de Sto Inácio de Loyola rezar, de viver, de assumir compromissos com a piedade cristã. E os beneditinos com sua vida austera lá no claustro dedicado à oração e ao trabalho a ser caminho de espiritualidade. É claro que foram maneiras de essas pessoas plasmarem com o seu jeito de viver. O carismo de cada um está no seu modo de encarar o mundo com seu jeito todo especial. Essas formas de vida passaram a ser caminhos de espiritualidade a ser trilhados e imitados. Assim cada um de nós pode abrir e traçar o seu caminho. Por exemplo um casal que faz juntos (ele e ela) diariamente sua reflexão sobre a Palavra de Deus, que participa sistemáticamente da euxaristia, que procura manter um relacionamento respeitoso com os filhos, que exercita com os vizinhos as regras de uma boa educação e convivência, que chama periodicamente os filhos para uma oração em conjunto, reunindo-os para uma abertura de coração e e de mente sobre os problemas familiares e da vida. Uma vida assim pautada cria para os outros uma imagem do bem-viverl, de fam´lia equilibrada e de boa índole, fruto de uma disposição e esforça para dar uma boa imagem e servir de exemplo para muita gente hoje em dia. Tudo isso é motivo para se falar de uma espiritualidade própria daquela família. Meu amigo, não sei se ajudei, mas minha maneira de ver uma espiritualidade passa por aí.

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  5. Falando sério os humanos parecem não, eles não entendem mesmo a força do amor. Enquanto lia o artigo de um jornal sobre o aborto ia pensando na preocupação do homem sobre o fato de existir ou não vida em outros planetas. Curiosidade que me deixou confuso e intrigado. Por que esta preocupação se não preocupa em cuidar da vida que já existe no nosso planeta terra. E quer eliminar e fazer votar leis que eliminam nossas crianças, nossos irmãos de raça e sangue. Será se encontrarem seres com vida lá à semelhança do homem daqui vão querer arranjar também lei para eliminar os pequenos seres com vida de lá para evitar a concorrência, tamanho é o individualismo e egoismo nosso aqui de baixo. Nunca declinaram o verdadeiro motivo desta monstruosidade de que são portadores esses defensores do aborto. É fruto não planejado de um amor. Primeiro precisamos saber se aquilo era amor. Se era amor porque não respeitou as consequências daquele ato como acha que respeitou pagando à parceira, as despesas de acomodação, a condução ou a cota de consumo lá dos seus mocós? Agora vem dizer que atrapalha seus planos. Mas que planos são estes que você não sabe nem fazer. Melhor, quais são seus planos de vida? Você cara que tem essas idéias abortistas devia ser escolhidos como o bola murcha vive, mas nãoi sabe nem dizer o que é a vida. Certamente você vive às custas dos outros como sanguessuga e depois de comer a banana joga a casca fora. Você deveria eé ser usado como bucha de canhão, meu amigo. Há muita indústria por aí precisando de matéria para sabão. Atrapalhar planos!!!... Corta essa, cara... Você é muito rasteiro, cara... Só vê dinheiro, prazer, poder... Você é machista e não percebe que você é um machuca e anda querendo ver os outros machucados também... Macho é parecido com machucado e machuca é cara sem saúde, impotente, sem força de vontade. Você não produz espiritualidade no sentido de coisa positiva. Ninguém certamente vai se espelhar em você... Acorde, você pensa que está cercado de companheiro, mas você está deste lado de lá...

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  6. Acredito que não se trata de entender, mas de viver intensamente o nosso tempo, o nosso momento... Tudo ganha entendimento e força, quando tudovai se revelando para nós...

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  7. Pelo fato de o amor estar pulverizado, quer dizer, difuso no ar é que ninguém o está entendendo. Amor é coisa elitizada, dirigida, imprenada, colada em alguém e é também vivido com a intensidade que ele desperta em cada um. Mas entendendê-lo se está havendo nele um ingrediente que mata qualquer ser, qualquer iniciativa, qualquer jeito de se apresentar. O que a gente vê é uma farsa de amor. É aquele modelo apresentada pelas novelas que não chega nem mesmo a ser caricatura de amor. Não chega a ser sentimento de inclinação para o outro, porque não tem raizes nem aprofundamento. É coisa superficial, de interesse, de negócio,de pega. Assim não dá mesmo para entender. Houvesse alguma coisa boa nele de tempero que não fosse só aquele interesse baixo, egoista e a coisa seria diferente. Então não dá mesmo para entendê-lo e com isso perde aquele que deveria ser o seu portador e perdemos nós que não queremos matéria prima tão falsificada e corroida pela miséria.

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