O outro tem sentido. Tem seu lugar. Não lhe inveja o ser. A alteridade lhe é sempre parceira. A ninguém diminui. Nem despreza. Nem deixa pra lá. Não faz que não vê. Sabe trazer pra perto. Faz entrar na roda. Abre espaço para o outro. Dá-lhe sempre a vez. É assim que faz. . Gosta. Sente prazer em ver o outro bem.
É assim que vive. Que procede. Que se coloca na vida. A realidade é o mundo que vive. Deixa a gota d’água cair. Não lhe interrompe a queda. Não lhe traça o destino. Sabe que a gota cumpre seu papel. Sua tarefa de fazer a vida acontecer à sua maneira. É feliz em ver o curso das coisas. Ela se realiza em sentir a vida brotar.
Santos... nós os encontramos pelas ruas e não damos conta de que passamos por alguns deles. Há muita gente boa que nos chama a atenção e silenciamos à sua passagem sem ousar declará-los aos outros... Somos omissos ou indolentes?
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